quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Prevenção de Acidentes

Visita das Senhoras enfermeiras à nossa escola.
Desta vez o tema da palestra foi como prevenir acidentes escolares, domésticos...
Nós sabemos que podemos evitar muitos destes acidentes, a nossa professora está farta de nos avisar, mas nós esquecemos com muita facilidade.
Mas como diz a nossa professora nunca é demais falar neste tipo de assuntos. Que alguma coisa deve ficar.

Por que choram as Mães


Como são felizes todos aqueles que ainda têm Mãe.
Assim como são felizes todas aquelas Mães que têm filhos.
Depois de ler este texto não pude de deixar de o partilhar com todos aqueles que visitam o nosso blogue.
Também deixo registada a fonte de onde foi retirado.

Fonte:sabedoriadosmestres


Por que as mães choram?

Por que você está chorando?
Ele perguntou à sua mãe:
_ Porque eu sou mãe , ela respondeu.
Eu não entendi , ele disse.
Ela apenas o abraçou e sussurrou:
_Você nunca entenderá .

Mais tarde o menino perguntou ao pai
porque as mães parecem
chorar sem nenhuma aparente razão.
Todas as mães choram sem motivo ,
foi o que o pai conseguiu responder.

O menino cresceu, tornou-se um homem
e ainda tentava entender porque mães
volta e meia estão chorando.

Após muitos anos, já em avançada idade,
ele deixou o mundo.
Quando sua alma viu-se frente a frente
com Deus, logo disse:
Senhor, nunca entendi porque mães
choram tão facilmente

Disse Deus:

Quando eu criei as mães
tinha que ser algo especial.
Eu fiz seus ombros fortes o suficiente
para carregar o peso do mundo
e, ainda, suficientemente
confortáveis para dar apoio.

Eu dei a elas a força para
a hora do nascimento dos filhos
e para suportar a rejeição
que tantas vezes vem deles.

Eu dei a elas a fibra que permite
a continuação da luta
quando todos à sua volta já desistiram.

Dei-lhes a perseverança em proteger
a família por entre doenças e tristezas
sem jamais desistir de amar.

Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos
diante de quaisquer circunstâncias,
mesmo que eles a tenham
magoado profundamente.

Essa mesma sensibilidade
as ajuda a silenciar
o chorinho dos seus bebês,
fazendo com que se acalmem e,
quando adolescentes,
que compartilhem com ela
suas ansiedades e medos.

... E, finalmente,
dei-lhes a lágrima para derramarem
sem nenhuma razão aparente.
É sua única fraqueza.

Por que fiz isso?
Para não diferenciá-las por completo
do restante da espécie humana .

terça-feira, 9 de Junho de 2009

A nossa visita de estudo

A visita de estudo foi muito divertida. De manhã, quando chegamos fomos ver o Museu Terras de Basto, onde vimos comboios que estavam em exposição, também vimos as carruagens do Rei e da rainha. As suas carruagens eram muito bonitas. A carruagem do Rei tinha um escritório com sofás e uma mesa, a da rainha tinha uma sala de jantar com muitas cadeiras. Depois fomos ver como é que as senhoras e os senhores se vestiam antigamente.
A D. Fátima, que era a senhora que fez de guia, disse que antigamente as senhoras ricas tinham que ter uma camisola que apertava muito no tronco e elas tinham de andar com a barriga apertada e isso era fazia mal à saúde. Para além disso também usavam no rabinho uma coisa parecida com uma saia onde tinham que por um almofada e tinham um armação em arame. A D. Fátima explicou-nos que isso também não era nada prático era mesmo desconfortável e as senhoras tinham muitas dificuldades em se sentarem.
Depois de termos visto tudo o que havia para ver no Museu fomos embora para o Parque Ambiental de Vinha de Mouros onde se viu animais selvagens de todas as espécies. Lá tinha veados, coelhos bravos, muflões, doninhas, patos-reais e mais animais.
No final da visita aos animais fomos almoçar num parque que tinha ao lado baloiços, escorregas, ferros para descer de cima para baixo e outras coisas divertidas.
Mas antes de irmos brincar tivemos que almoçar pois já estava na hora, só depois de comermos é que fomos brincar para esse parque. De seguida também tivemos o direito a um gelado e até nos deixaram escolher o que quiséssemos e eu escolhi um Calipo.
De seguida fomos para o Centro Hípico onde todos andaram de cavalo. Uns andaram no cavalo branco e outros nos cavalos castanhos. Eu andei no castanho, ele era muito fofinho. Eu também reparei que o branco tinha uma tatuagem cor-de-rosa na coxa, também vi o cavalo banco a mostrar as dentuças.
Depois de todos darem uma volta de cavalo fomos embora para a Escola Fixa de Trânsito andar de carro e de bicicleta. Primeiro andaram os alunos do quarto ano e de seguida fomos nós.
Eu andei duas vezes com a Maria no carro. Quando nós nos sentámos no carro o senhor disse para quando chegássemos a meio da estrada tínhamos que para ir para a frente e a Maria para trás para eu poder conduzir também um bocadinho.
Depois de todos andarem pela segunda vez fomos embora, mas antes de iniciarmos a viagem estivemos a lanchar e só depois é que iniciámos a viagem para Celorico de Basto.
Eu gostei muito desta visita de estudo, mas aquilo que eu mais gostei foi de andar a cavalo porque foi divertido, foi uma experiência única para mim.

A nossa estação de caminhos de ferro

Amanhã é a nossa visita de estudo, mas hoje nós e os alunos do 3º E fomos fazer uma visita à nossa estação de caminhos de ferro, mesmo aqui em Celorico, ela até se vê do nosso recreio, mas a nossa professora achou que seria mais interessante irmos até lá. Segundo opinião da nossa professora só assim poderemos compreender melhor a nossa visita de estudo que será amanhã.
Estivemos todos lá e ouvimos as explicações que nos foram dadas e estamos ansiosos por visitar amanhã o Museu terras de basto.
Aqui ficam algumas das fotografias que tiramos.

Dia da Criança

Hoje foi o dia da criança.

Ser Criança

A nossa turma participou no concurso "direitos da Criança" com dois trabalhos: um de expressão plástica e outro de expressão escrita.
Trabalho de expressão plástica:



Foi com este trabalho de expressão escrita que ganhamos o terceiro lugar.

Ser criança é ter
Esperança num mundo melhor.
Realizar novas aventuras!


Conhecer novos lugares.
Reencontrar novas pessoas
Importantes para a nossa formação.
Amanhã seremos adultos
Nunca iremos desistir da
Construção dum mundo extraordinário
Aonde não haja sofrimento.

Quando Deus criou a Mãe

Mãe significa amor, ternura, entrega. Não há dúvida que Deus se esmerou ao criá-la.
Recordando o Dia da Mãe e em sem louvor apresento um conto de Erma Bombeck.


Um dia Deus decidiu criar …a Mãe.
Andava dando voltas ao projecto há mais de uma semana, quando um Anjo e lhe diz:
- Então esse modelito está a fazer-Te tempo, não?
E Ele:
_ É verdade. Mas já leste os requisitos de fabricação? Deve ser lavável e transparente, mas não de plástico; ter cem o oitenta peças móveis, todas recicláveis e, além disso, um coração de ouro; ter a cabeça no seu sítio e uns lábios capazes de dar um beijo que cure tudo…desde a ferida no joelho…até um fracasso amoroso …e, ainda seis pares de mãos…
-Seis pares?
- Sim, para as tarefas que a aguardam. Mas o mais difícil – disse Deus - não são as mãos, mas os três pares de olhos que a mãe deve ter.
- Tantos?
Deus concordou.
- Um par de olhos para ver detrás da porta fechada, quando pergunta: “ que estais a tramar aí dentro, filhos?” Outro atrás da cabeça para ver “ver” o que não pode ver, mas que uma mãe não deve ignorar. E outro par para dizer em silêncio ao filho que se meteu em maus caminhos: “ Compreendo-te, filho. Apesar de tudo continuo a gostar de ti”.
- Senhor, - disse o Anjo, pondo-lhe gentilmente um braço sobre os ombros – vamos descansar. Amanhã será outro dia…
- Não posso, respondeu o Senhor. Está quase acabada.
Fabriquei um modelo que se cura sozinha se cai doente, que sabe prepara a comida para seis pessoas só com meio quilo de carne picada e que é capaz de manter quieto no banho um rapaz de cinco anos.
O Anjo deu uma volta lenta ao redor do modelo de mãe, contemplando-a com curiosidade.
- Acho-a demasiado delicada, disse estalando a língua contra o céu-da-boca.
- Mas …será capaz de pensar?
- Estás a ofendê-la a ela e a Mim ao duvidar. Não só terá inteligência, como saberá fazer um uso estupendo da mesma a descobrir razões que acabam por te convencer.
Então o Anjo aproximou-se do modelo de mãe a passou um dedo pela face.
- Há uma avaria, uma fuga! Perde algo…
- Não há avaria nem fuga nenhuma, corrigiu o Senhor. Trata-se de uma lágrima.
- E isso para que serve?
- Serve para exprimir alegria, tristeza, saudade, dor, desengano… e até orgulho por um filho que tem êxito.
- Tu és um génio! – exclamou o Anjo.
Com um piscar de melancolia e de humor acrescentou Deus em voz baixa:
- Para ser sincero, não fui eu que inventei as lágrimas… Mas ficam bem.

terça-feira, 12 de Maio de 2009

IX Encontro Distrital de Clubes da Floresta PROSEPE

A ida a Braga correu bem, ninguém enjoou e não aconteceu nada de mal.
Quando chegamos a Braga havia lá muita gente à espera do elevador. Quando foi a nossa vez todos estavam receosos, mas no final todos gostaram de ir no elevador.
Quando nós já tínhamos subido no elevador olhamos para o lado direito e vimos uma paisagem muito bonita e muito grande.
Depois nós juntámo-nos em grupo e a professora começou-nos a ler uma folha.
De seguida nós tirámos o chapéu porque entrámos numa igreja para vermos como era por dentro.
Depois de termos andado alguns minutos eu comecei a ter fome.
Nós depois fomos para ter ao autocarro para comermos, mas primeiro tivemos que fazer uma caminhada, andámos muito tempo a pé.
Quando chegámos perto do autocarro a auxiliar Fátima mandou-nos amassar as garrafas e metíamos num saco, as rolhas iam para a nossa professora.
De seguida fomos ter ao autocarro para comer. Quando chegamos ao autocarro eu fui a correr para pegar no meu saco do lanche. Depois abri-o e comecei a comer, tínhamos que comer muito para depois não ter fome.
Quando acabamos de comer fomos à casa de banho e entretanto vimos uns meninos a tocar bombos, depois vimos umas meninas a dançar, outras a cantar e havia outros que faziam tipo teatro.
Quando acabou ainda fomos a alguns sítios. De seguida fomos para o autocarro, eu pensei que era para lanchar mas não foi. Nós entrámos no autocarro para vir embora.
Na viagem de regresso eu, o João e a Luísa adormecemos.
Quando chegamos ao Viso para lanchar a Fátima acordou-nos. Depois de lanchar eu fui brincar. Nós jogámos a um jogo para ver quem tinha mais força, mas eu não sei quem é que ganhou.
No final colocamos os sacos dentro da mala do autocarro e viemos embora.
Eu gostei muito da ida a Braga porque subimos num elevador e vimos coisas bonitas.

sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Dia da Mãe

De todos os filhos para todas as Mães.

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.
Nem o sol escureceu,
nem houve esrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
Senão eu.

As nuvens não se espantaram
não enlouqueceu ninguém ...

Para que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos da minha mãe...
Sebastião da Gama

domingo, 26 de Abril de 2009

Encerramento da Semana da Leitura da Escola E.B.1 da Vila

Encerramento da Semana da Leitura no Salão Dos Bombeiros Voluntários
Todas as turmas da escola da Vila participaram:
Ano: 1º
Turma:A
Teatro " Bodas na Capoeira"

Ano: 1º
Turma:B
Teatro " O livro é um bom Amigo"

Ano: 2º
Turma:C
Teatro "A revolta dos livros"

Ano: 2º
Turma:D
Teatro " Dar vida a um livro"


Apresentação da História "O sapo Apaixonado"

Ano: 3º
Turma:E
Teatro "Os bois teimosos "

Ano: 3º
Turma:F
Teatro " Os três porquinhos"

Ano: 4º
Turma:G
Teatro "O Rei vai nu "

Ano: 4º
Turma:H
Teatro "Carochinha "

25 de Abril

Dia do Pai

Ser Pai é...
Ser companheiro
Ser compreensivo
Ser amigo
Liberta-me do perigo!

Ser cuidadoso
Ser divertido
Ser atento
Dar-me alento!

Ser poeta
Ser artista
Ser conselheiro
Enfim! Pai de corpo inteiro!!!

Primavera



Quando a Primavera chega as flores rebentam, as andorinhas chegam, as florestas começam a florir, as árvores começam a ficar mais belas, as borboletas chegam e também começa a ficar o ar mais perfumado que também nos avisa que a Primavera está a chegar.
A Primavera é quando os dias começam a ficar mais quentes e começam a ficar os dias maiores.
Eu gosto muito da Primavera porque é quando as minhas cadelas parem e dão filhotes maravilhosos.
Eu no fim da escola, como ainda é de dia, vou para junto deles e faço-lhe festinhas.

sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Aniversário da Sara

Higiene Oral



No dia dez de Março de dois mil e nove foram à escola senhoras enfermeiras visitar-nos.
Uma senhora enfermeira chama-se dona Luísa e a outra senhora enfermeira chama-se dona Manuela.
Elas, as senhoras enfermeiras, foram lá mostrar-nos mais uma vez como é que se devemos tratar os nossos dentes.
As senhoras enfermeiras mostraram-nos um vídeo e faziam perguntas sobre os dentes. No vídeo mostraram-nos dentes muito podres, furados e muito feios.
Nesse vídeo também vimos outras coisas também muito importantes.
Eu gostei da visita das senhoras enfermeiras porque aprendi a lavar os dentes correctamente.

quinta-feira, 9 de Abril de 2009

Projecto Ler

Castigo de Sal

Era uma vez um senhor chamado Deus das Águas.
O grande Deus das Águas tinha barbas compridas e tinha uns olhos verdes que conseguia ver tudo o que acontecia no seu mar.
O Deus das Águas tinha filhos e uma filha que mexia em tudo e passava o dia a incomodar os seus irmãos.
Os seus irmãos ficavam todos chateados e iam fazer queixa a seu pai. Este chamava a sua filha e explicava-lhe que não podia continuar as incomodar os seus irmãos.
Um dia, a Água viu o pai a dormir no terraço do palácio e ela inundou as ilhas e os continentes matando os animais terrestres que lá habitavam.
O pai quando acordou soube o que tinha acontecido e pediu para encontrarem a sua filha antes de anoitecer.
O Deus das Águas pediu desculpa aos animais terrestres.
Deus das Águas estava farto dos disparates da filha e decidiu castiga-la severamente. Então chamou insectos azuis. Estes engoliram-na e voltaram a deitá-la ao mar. Esta nem sentiu o que lhe tinha acontecido e pensou que o seu pai, mais uma vez, não a castigava.
Deus das Águas disse-lhe que ela estava enganada que tinha sido castigada e muito castigada e para o saber teria que provar a sua pele.
Foi então que a Água provou a sua pele e verificou que deixou de ser doce e passou a ser salgada para todo a sua vida

sexta-feira, 27 de Março de 2009

Páscoa

Uf...! Chegou ao fim o 2º período.

sábado, 21 de Março de 2009

Primavera

quarta-feira, 18 de Março de 2009

Dia do Pai

Ser Pai é...
Ser companheiro
Ser compreensivo
Ser amigo
Liberta-me do perigo!

Ser cuidadoso
Ser divertido
Ser atento
Dar-me alento!

Ser poeta
Ser artista
Ser conselheiro
Enfim! Pai de corpo inteiro!!!

segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Actividades da aula de Inglês

Fotos da canção "Head,Shoulders, Knees and Toes" e do jogo de memória sobre os animais.

Desfile de Carnaval

o tema do terceiro ano da escola da Vila foi as energias renováveis
No cartaz de abertura do nosso desfile dizia:

Preocupado com o ambiente
Celorico arranjou medidas
Disponobilizou suas montanhas
Para as energias alternativas


O Carnaval da minha escola foi divertido. Eu e os meus colegas fomos vestidos de ventoinhas, coma aquelas que se vêm no Marão e na Senhora do Viso.
A professora Ana Maria só pôs uma peruca, a professora Vânda vestiu-se de bruxa.
Os alunos do segundo ano vestiram-se com uns sacos a fazer de batas com coisas coladas nos sacos e também levavam umas coisas na mão tipo pentes, lixívia, líquido, esponjas… Também havia um menino que tinha uma peruca com muitos piolhos pintados de castanho.
Os outros meninos das outras turmas também foram mascarados mas não me lembro muito bem como foram vestidos.
Depois de nos vestirmos fomos todos desfilar na rua e estava lá muita gente para nos ver desfilar.
Eu durante o desfile encontrei muita gente. Eu encontrei o meu pai, a minha mãe e a minha avó.
Eu gostei muito do carnaval da escola porque foi divertido e muito especial para mim.

quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Lendas do Castelo



Antes de fazermos a pesquisa junto dos familiares mais antigos, acerca das lendas existentes no nosso concelho, fomos à procura do significado da palavra Lenda.
Então encontrámos o que de seguida se poderá ler.
“ Antigamente, como a maior parte das pessoas não sabia ler, contavam-se os factos que aconteciam de pais para filhos. Pouco a pouco, a esses relatos acrescentavam-se factos imaginários, irreais, dando origem às lendas. As lendas procuravam, muitas vezes, transmitir-nos valores sobres determinados comportamentos”.

Lendas do Castelo:

Lenda das padeiras

Conta-se que em 1282 era governador do castelo Pedro Mendes, moço de boa família, cavaleiro da Casa de Bragança, mas com má fama e maus instintos.
N a rua Direita da antiga vila do Castelo, moravam duas irmãs, órfãs, padeiras de profissão e muito bonitas. A mais velha chamava-se Guiomar tinha trinta anos e era viúva. A mais nova chamava-se Aldonçae não tinha mais de 18 anos. Estava prometida a um negociante de cereais.
Há algum tempo que Pêro perseguia Aldonça com propostas indecorosas, sem nunca ter qualquer aceitação por parte desta, por ela ser séria e estar apaixonada. Por isso, quando os noivos foram pedir autorização para casar, o alcaide esquivou-se e exigiu direitos caídos em desuso
Ao deparar-se com tal ofensa à dignidade dos noivos, o noivo lança-se sobre o rival, mas acabou com as orelhas cortadas e à masmorra.
Entretanto, a noiva tenta escapar-se, mas parte uma perna na fuga. Mesmo assim, conseguiu alcançar o povoado e avisar os moradores do que se passava.
O povo junta-se, atraído pelos, acorrendo às muralhas com tal ímpeto que o alcaide é obrigado a libertar o preso. Mas a lição não chegou ao alcaide e Pêro passa a assediar a outra irmã, Guiomar, pedindo-lhe que o recebesse em casa à noite. Esta conta ao cunhado que a aconselha a recebê-lo, mas só. Marcada a data e hora, ele aparece-se, entra, mas deixa o seu criado de vigia.
Na primeira tentativa do alcaide, o cunhado da padeira salta-lhe do escano onde estava escondido e mata-o à força de bordoada. O corpo foi depois atirado para o forno que estava a arder. Entretanto, o criado, farto de esperar, resolve bater à porta. Mal tinha atravessado a soleira da porta é varado por uma lança e atirado também para o forno.
Como deixou de haver chefe no castelo, D. Dinis, o rei, decidiu entrega-lo aos moradores, em 1294, para impedir actos de violência.


Lenda Do Quijo

Lenda do Quijo
Quijo cujo nome era Manuel Joaquim Mota Lopes Queijo, sapateiro de profissão.
Quijo era filho de uma costureira que frequentemente levava para casa pertences que não eram seus. Por sua vez, a mãe não o chamava à atenção nem o mandava restituir ao dono tais pertences.
O Quijo começou por levar uma agulha para casa e a partir daí entrou no caminho do crime. Depois de ter cometido roubo, seguido de assassínio, foi agarrado e entregue ao poder judicial. Aí respondeu e foram dados como provados os crimes de que vinha a ser acusado e condenado à morte.
Antes de ser executado, Quijo chama a mãe ao patíbulo (forca) a pretexto de um último beijo de despedida. Mas em vez de lhe dar um beijo ferra-a na face e a amaldiçoou-a culpando-a da sorte a que o deixara chegar, por não o ter educado como devia.
Quijo culpara a mãe pelo facto de não o ter educado convenientemente e pela educação pouco cuidada que lhe dera.


Lenda da Moura Encantada

Um dia há muito séculos uma linda princesa Moura, doce e linda como são todas as mouras das lendas, apaixonou-se por um fidalgo cristão, forte e gentil. Namoraram-se longo tempo até que, um dia, o coração da princesinha sofreu duro golpe, quebrando a sua história de amor.
O fidalgo deixou-a para casar com uma donzela cristã e nunca mais lhe apareceu.
Os séculos foram passando… e a alma da moura encantada, vive ainda hoje no castelo…
Ainda hoje pala noite alta, se ouvem os queixumes daquela que morreu de amor.

Área de Projecto


Na área de projecto temos vindo a trabalhar a origem de Celorico de Basto.Hoje fomos fazer uma visita, uma visita real, à sede do Concelho de Celorico até 1719.
Até 1719, a sede do concelho situava-se nas redondezas do castelo de Arnoia, onde ainda se pode encontrar vestígios desse tempo:
O castelo



a forca


a cadeia e os paços de audiência…






a casa da Botica

Depois de 1719, a sede passou para o lugar de Freixieiro que é a actual vila de Celorico.

quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Casa dos Moleiros

A casa dos Moleiros




A Zona Verde e o parque de campismo

Visita aos Moinhos na Zona Verde

No dia dezoito de Fevereiro de dois mil e nove eu, a minha turma e os alunos do terceiro E fomos visitar os moinhos que estão situados na zona Verde de Celorico.
Os primeiros moinhos a serem visitados foram os do senhor Bernardo Moleiro.
Os moinhos eram quatro e estavam quase todos em funcionamento. Eles funcionavam com a força da água. A água batia com muita força no rodízio e este movia duas pedras que formavam o moinho. Quando as pedras se moviam entrava o milho numa abertura e as duas pedras esmagavam o grão e transformavam-no em farinha. Lá também havia outro moinho, mas esse era diferente dos outros. Era diferente porque trabalhava à electricidade.
Depois também fomos ver os moinhos do senhor Damas e também vimos a habitação dos moleiros.
A seguir fomos pela margem do rio Freixieiro, passamos por cima de uma ponte em metal, e fomos dar ao parque de campismo.
Por fim fomos ver os cisnes e os patos que existem no parque.
Eu adorei a visita aos moinhos e à zona Verde porque aprendi muitas coisas novas que ainda não sabia nem tinha visto.

terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Os Eco- Códigos




No dia doze de Fevereiro de dois mil e nove, às 9h e 30, os alunos da escola da Vila foram assistir a um colóquio sobre os Eco-Códigos.
Nesse colóquio falou-se sobre a forma de poupar dinheiro e de proteger o ambiente.
A dona Márcia esteve a explicar-nos várias formas de poupar dinheiro, a primeira era comprar produtos avulso, a segunda era comprar em embalagens familiares e a terceira era comprar produtos reutilizáveis.
Ao termos em atenção estes três eco-códigos quando vamos às compras estamos a poupar dinheiro e também estamos a proteger o ambiente.
A doma Márcia relembrou-nos a importância dos 3R´S. O primeiro R significa reduzir, o segundo reutilizar e o terceiro é reciclar.
No final do colóquio aprendemos um frase muito importante e que nunca devemos esquecer. “Um por todos e todos pelo Ambiente” .
Nós gostamos muito da visita da dona Márcia e da dona Vânia, porque elas deram-nos conselhos, ideias e formas de poupar dinheiro e assim também estamos a proteger o Ambiente.

sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Este prémio foi-nos atribuído




Este prémio foi-nos atribuído pelo blogue Traquinices a quem desejo as maiores felicidades.

Recebemos um prémio



Oferta do blog As Letrinhas do Gil

ESTE SELINHO É PARA QUEM TEM UM BLOG QUE AJUDA DE ALGUMA FORMA AS OUTRAS PESSOAS, POR ISSO CAÍRAM DO CÉU! SÃO VERDADEIROS ANJOS DA GUARDA.

terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

PROSEPE

Marcadores de Livros

Estes são os marcadores de livros que fizemos na sala de aula.Foi uma actividade relacionada com o PROSEPE



Eis algumas das frases inventadas pelos alunos:


Se um bom ambiente queres ter, a floresta deves defender.(Sara Carolina)


Com o PROSEPE a proteger, todos os seres vivos podem viver. (Sara Carolina)

Com os animais queres viver, então tens que os proteger.(Dylan)

Com a ajuda do PROSEPE toda a natureza agradece. ( Maria João)

Se uma floresta florida queres ver, só tens que a defender.(Inês)

Uma abelha na floresta faz uma grande festa. ( Bruno)

Não deixes a flor morrer, porque ela quer viver.( Vânia)

Se a floresta queres ajudar, só terás que a acarinhar. (Nuno)

sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Ler +

Depois de lida a história de hoje com o título “Que Medo” fomos fazer a nossa actividade de Expressão Escrita.
Tendo em conta o título da nossa história de hoje o nosso trabalho de Expressão Escrita foi contar o seu maior medo.


Um dia eu tive medo de algo que nem eu mesmo sabia.
Eu estava no meu quarto e ouvi um barulho e que algo mexia no meu quarto.
Pus-me debaixo dos cobertores, mas não conseguia adormecer.
Estão, arranjei coragem e fui ver o que era e disse: - quem está aí?
Mas ninguém respondeu e, eu, cada vez ficava mais assustada.
Nessa noite estava muito vento e as coisas estavam a piorar.
Acendi a luz e vi que eram as folhas do meu caderno.
Então fiquei mais sossegada porque afinal não era um ladrão, era simplesmente o meu caderno que mexia com a força do vento.

Vânia Filipa

Tâmega Digital

Relatório

Tâmega Digital


No dia vinte e dois de Janeiro uma senhora foi à minha sala de aula e pediu nove alunos.
E foram nove alunos com a senhora. Junto ao recreio estava uma carrinha que dizia Tâmega Digital.
Nós e a senhora entramos lá e tinha cadeiras e computadores portáteis. Aquela senhora disse para nós irmos à internet e nós fomos para o site Júnior Jogos. Fomos para os jogos do aparelho circulatório e do aparelho respiratório.
Passados uns minutos a senhora disse para olhar para ela porque nos ía tirar uma fotografia.
No fim de todas estas actividades fomos embora para a sala de aula e foi outro grupo de nove alunos fazer as actividades para a carrinha, até que foram os alunos todos da nossa turma.
Foi muito divertida esta actividade. Eu gostei muito da actividade e de tudo o que lá fizemos.

Sara Diana

quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Área Projecto

Origem da Vila de Celorico de Basto

Celorico de Basto é uma terra antiga que já existia antes dos Romanos.
Até 1719, a sede do concelho situava-se nas redondezas do castelo de Arnoia, onde ainda se pode encontrar vestígios desse tempo:
O castelo, a cadeia, a casa da Botica, os paços de audiência…
Depois de 1719, a sede passou para o lugar de Freixieiro que é a actual vila de Celorico.
Ao certo não se sabe quando o castelo foi construído, pensando-se que possa ter origem entre os séculos IX (finais) e XI (inicio).
O primeiro senhor do castelo foi D. Gundar, cujos filhos adoptaram o nome de Motas, por possuírem uma quinta na freguesia de Fervença.
Actualmente o castelo encontra-se recuperado pelo IPAR ( Instituto Património Arquitectónico).
Para além do castelo Arnoia possui outras marcas da história:
Mosteiro de S. Bento que data do século XI e foi durante muito tempo um convento, onde funcionou uma ordem religiosa. Mais recentemente, foi um a hospital, funcionando hoje como um lar da terceira idade.
A forca situada perto do castelo, serviria para executar os condenados, mas há quem diga que nunca foi usada.
Pelourinho símbolo da autonomia municipal e da liberdade de legislar e aplicar leis.

domingo, 25 de Janeiro de 2009

Símbolos de Celorico de Basto



Brasão e Bandeira
Brasão, Selo e Bandeira de Celorico de BastoA ordenação heráldica do brasão, selo e bandeira do concelho de Celorico de Basto, foi publicada por portaria no Diário do Governo, II Série, número 44, de 24 de Fevereiro de 1948, com despacho do então Ministro do Interior, Dr. Augusto Cancela de Abreu, a solicitação da Câmara Municipal e considerado o parecer da Comissão de Heráldica e Geneologia da Associação dos Arqueólogos Portugueses.













Armas - Escudo de prata com um castelo de negro, entre dois cachos de uvas de púrpura, folhados de verde, contra-chefe ondado de azul e prata de três peças. Coroa mural de prata de quatro torres e por baixo listel branco com os dizeres "CELORICO DE BASTO" em caracteres negros.
Selo - É redondo, com peças de escudo soltas e sem indicação de esmaltes, entre círculos concêntricos, a legenda "Câmara Municipal de Celorico de Basto".
Bandeira - Esquartelada de branco e negro, tendo ao centro o escudo das armas. Haste e lança são douradas, com borlas e cordões de prata e negro.




Hino
Ó Celorico minha terra és por direito
Uma medalha, um filigrana, um coração
Que Portugal traz a bater dentro do peito
E nós amamos com amor e adoração
O teu castelo sobranceiro e sonhador
Armas valentes nas ameias destroçadas
Trovas antigas dum romance embalador
Homens valentes e de mouras encantadas
Refrão
Celorico, Celorico, uma choupana e um solar
Celorico, Celorico, Tâmega ao fundo a soluçar
Celorico, Celorico, gente cantando a trabalhar
Celorico, Celorico, terra linda de encantar
Brancas ermidas nos montes alpendoradas
Contos e fadas de um cenário multicor
Verdes colinas, pinheirais, veigas douradas
Em toda a parte um sorriso acolhedor
Ó terra amiga, nobre, franca, hospitaleira
Vila risonha deste Minho encantador
Eu quero amar-te, amar-te, amar-te a vida inteira
Por fim morrer amortalhado nesse amor
Refrão
Celorico, Celorico, uma choupana e um solar
Celorico, Celorico, Tâmega ao fundo a soluçar
Celorico, Celorico, gente cantando a trabalhar
Celorico, Celorico, terra linda de encantar

sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Marcadores de livros ( PROSEP)

Estivemos a fazer os marcadores de livros no ambito do PROSEP


Se um bom ambiente queres ter, a floresta deves defender.(Sara Carolina)


Com o PROSEP a proteger, todos os seres vivos podem viver. (Sara Carolina)

Com os animais queres viver, então tens que os proteger.(Dylan)

Com a ajuda do PROSEP toda a natureza agradece. ( Maria João)

Se uma floresta florida queres ver, só tens que a defender.(Inês)

Uma abelha na floresta faz uma grande festa. ( Bruno)

Não deixes a flor morrer, porque ela quer viver.( Vânia)

Se a floresta queres ajudar, só terás que a acarinhar. (Nuno)

terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Plano Nacional de Leitura



Dramatização das Fábulasa:
Raposa e as Uvas
Raposa e a Cegonha

Plano Nacional de Leitura

História de hoje

Quebra-Nozes

Continua a história
- Pode! - respondeu a avó, que logo se pôs a pensar como seria um quebra-nozes da imaginação.
Depois de ter falado com o seu neto a avó do Pedro foi para a cama , deitou-se mas não conseguia dormir por causa da conversa que tivera com o seu neto Pedro. O seu neto tinha-lhe pedido um quebra-nozes da imaginação.
Ela ficou a pensar…a pensar… a pensar…até que descobriu o que era.
O quebra-nozes da imaginação era nada mais, nada menos do que um instrumento que fazia com que as pessoas pensassem que os outros eram nozes.
Mas a avó tinha medo que o Pedro pensasse que ela era uma noz e a comesse.
Então a avó pensou que talvez não fosse boa ideia dar ao Pedro um quebra-nozes da imaginação.

Sara Carolina

Plano Nacional de Leitura

História de hoje

A galinha vadia

Continua a história
Atrás dela, gordos e amedrontados, vinham dezassete pintos!
A Joana ficou muito feliz por a Clara Sofia ter criado dezassete pintos. Então, a Joana, decidiu fazer uma surpresa para a Clara Sofia e para os pintos.
Passaram alguns dias até que chegou o dia da surpresa.
A Joana foi ter com a galinha e disse-lhe para ela e os seus filhotes irem atrás de si. Então lá foram eles todos ansiosos.
A Joana deu então a surpresa à galinha e aos pintos, era um galinheiro novo, todo colorido e janota. A galinha e os pintos foram logo lá para dentro. Lá dentro tinha dezoito mantas, a maior era para a galinha e as mantas mais pequenas eram para os pintos.
Estavam todos lá em casa até que tiveram uma visita, era o galo, o namorado da galinha e pai dos pintos.
A Joana perguntou à Clara Sofia quem era aquele galo. A Clara Sofia disse-lhe que era o seu namorado e pai dos seus filhos. A Joana ficou muito contente por ter mais uma ave e também ficou contente por aquela família estar agora completa.
Ana Luísa

Visita Inesperada

Foi numa manhã de Janeiro quando recebemos uma visita. Foi uma visita inesperada mas que a todos agradou.
Passados poucos minutos Celorico de Basto ficou toda vestida de branco duma candura invejável.

terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Um prémio recebido

Recebemos o prémio Pedagogia do Afecto oferecido pelo blog Traquinices. À Professora Maria José e seus alunos o nosso muito obrigado. Ficámos muito contentes com este prémio.
Um grande beijinho à professora (Zezinha) que foi minha professora e da qual tenho as mais ternas recordações.
Anamachado

quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Natal

Os preparativos e a festa de Natal

segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Dia Mundial da Alimentação














O Dia da Alimentação foi muito interessante. Vieram as Senhoras enfermeiras à nossa escola e trouxeram um filme sobre a alimentação para nós vermos. De seguida, fomos ajudar a fazer a salada de fruta. Por último e mais interessante foi comer essa deliciosa salada.
E assim se festejou o Dia Mundial da Alimentação na nossa escola.

Dia Mundial das Bibliotecas




Dia Mundial da Floresta Autóctone

Nós, no dia vinte do mês de Novembro fomos fazer uma caminhada. Essa caminhada aconteceu numa Sexta-feira no período da manhã.
Arrancámos daqui, da escola da Vila, às nove e meia . Começámos a nossa caminhada na Via Rápida e fomos até à Cruz de Baixo.
Lá, vimos uma árvore chamada carvalho e tinha mais de cem anos, era do século passado.
Nós encontrámos cogumelos, musgo, bugalhos e bolotas.
Eu achei a carvalha muito bonita porque tinha bugalhos e tinha musgo.
Também gostei muito da caminhada porque teve uma pessoa muito importante, era o professor Peixoto.

Tiago Filipe

Ler+

Como Nasceram as Zebras

Era uma vez uma cidade comprida.
Na cidade havia muitos atropelamentos, porque havia muito trânsito.
Um dia, o Anastácio Inventor teve uma ideia, ele foi buscar a sua zebra para passar a rua. Enquanto os cavalos cumprimentavam a sua prima zebra, Anastácio atravessava a rua.
Quando a zebras acabou de cumprimentar os cavalos, ela foi-se embora com o seu dono.
De repente a zebra viu muitas flores num jardim e também tinha ervas muito verdes. Ela ficou muito admirada e foi logo a correr para a beira das ervas e das flores e começou a comer tudo o que havia lá no jardim.
De repente apareceu o presidente e ficou muito zangado. O presidente perguntou ao dono da zebra porque é que ele trazia a zebras consigo. Ele disse que era para atravessar a rua. O presidente disse que podia ficar com a zebra, mas que a deixasse em casa.
O Anastácio levou a Zebra para casa e atou-a com uma corda num tronco grosso, onde havia erva verde.
O presidente então resolveu fazer uma passadeira com tinta branca e preta, onde a gentes daquela cidade poderia atravessar sem atropelamentos.
O Anastácio pensou que se fosse mais cedo para casa, podia dar um passeio com a sua zebra pelo monte que havia. Também pensou que ele mesmo tinha resolvido o problema daquela cidade, já todas as pessoas poderiam atravessar a rua sem serem atropelados.

terça-feira, 11 de Novembro de 2008

O Magusto


O magusto realizou-se no dia onze de Novembro no ano de dois mil e oito.
O magusto foi na linda escola onde eu ando.
Nós de tarde, antes das castanhas chegarem, fizemos um jogo que se chama o gato e o rato. Enquanto nós jogávamos ao gato e ao rato, as senhoras auxiliares faziam uma fogueira para nós saltarmos.
Mais tarde fomos comer as castanhas assadas e quentinhas.
Foi lindo, fantástico e divertido o magusto da minha escola.
Eu gostei muito porque comemos castanhas quentinhas e saborosas.

João António

quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Expressão Dramática

Estes fantoches foram elaborados por nós.
Cada um fez o seu fantoche e também, cada um de nós, representará com ele nas aulas de Projecto Ler+ todas as Quintas -feiras de manhã.

terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Projecto Ler+



Continua a História

Quando o Amolador estava na selva viu um menino que era índio e o menino disse –lhe: - Queres vir conhecer a selva?

O Amolador disse: –quero, mas primeiro quero saber o teu nome. O meu nome é Poca: –disse o índio. Vamos dar um passeio?.
O menino chamou um cavalo e disse para levar o Amolador a conhecer a selva .mas tinham que ir primeiro à árvore do conhecimento .

Quando chegaram à árvore fizeram uma magia para a árvore acordar. Quando a árvore acordo perguntou ao Índio quem era aquele homem.

O menino disse que era um Amolador e então a árvore fez mais e mais perguntas . Passado um dia o Amolador teve de seguir viagem e despediu-se de todos os seus amigos e daquela árvore mágica de quem tanto gostou . O menino acordou do sonho e ansioso esperou outro ano para ver outra vez o Amolador e para lhe contar a aventura que tiveram juntos numa selva encantada.
Pedro Oliveira

A Velha e o Garrafão




Era uma vez uma velhinha que era muito egoísta e não dava nada a ninguém. Não lavava muito bem a roupa para não gastar muito sabão.
As janelas estavam sempre fechadas para não estragar a pintura das paredes.
Para não gastar o seu dinheiro, a Velha, colocava-o dentro dum garrafão. Quando queria tirar o dinheiro tinha que partir o garrafão, então a velha pensava que se partisse o garrafão a despesa era muito maior, era uma fortuna.
Um dia a velha apanhou um susto muito grande, viu um bicho escuro de orelhas compridas e de rabo também muito comprido, era um rato. Então pensou comprar um gato, mas depressa desistiu da ideia porque o gato daria muita despesa, principalmente no leite que iria tomar, era uma autêntica fortuna.
Os dias foram passando e os ratos foram acumulando eram cada vez mais e mais.
Certo dia, a Velha ,começou a gritar porque tinha sido roubada, mas na verdade os ratos é que deitaram o garrafão ao chão e transformaram as notas em pedacinhos de papel.
A Velha ficou muito triste e sem as notas de que tanto gostava.
Pedro Mota

segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

O Autor




António Mota é professor do 1º ciclo desde os 18 anos idade. A sua carreira literária começou aos 19 anos de idade. O seu primeiro livro publicado em 1979 intitula-se A Aldeia das Flores e desde então não mais parou. Nas suas obras há um forte desejo de entreter o leitor, de fomentar a imaginação e de enfatizar o prazer da leitura. Passados 27 anos a contar histórias, continua a descrever esta sua actividade como uma paixão. São diversos os prémios que enobrecem o trabalho deste autor dos quais se destacam o prémio da Associação Portuguesa de Escritores em 1983, com a obra O rapaz de Louredo, em 1990 o prémio Gulbenkian de literatura para crianças pelo romance Pedro Alecrim e o Prémio António Botto em 1996 com A Casa das Bengalas.
José Saraiva é autor de diversas ilustrações das quais se destacam as presentes na obra Um dragão na banheira, merecedoras de menção especial pelo júri do Prémio Nacional de Ilustrações 2004.

domingo, 2 de Novembro de 2008

Plano Nacional de Leitura - A obra




Abada de histórias é um livro magnífico que compila diversas breves histórias para crianças de António Mota, referenciado no Plano Nacional de Leitura para o 1º ciclo. As narrativas referem-se a diversas temáticas e tratam aspectos do quotidiano, bem como aspectos já esquecidos no tempo como «O Amolador» e «O exame do Zé Pinto». Excelente obra para ser trabalhada em contexto de sala de aula, com uma panóplia de motes susceptíveis de enriquecer o programa curricular, bem como permitindo trabalhar e estimular o universo fantasioso tão presente nos alunos de hoje.
Esta obra magnífica estimula os leitores a deixarem a sua imaginação voar ao longo de histórias de leitura acessível, passíveis de serem enriquecidas pela fantasia e individualidade de quem as lê.
Um aspecto relevante nesta obra são as belas e fidedignas ilustrações, impregnadas de simbolismo e de cores fortemente apelativas.
Uma espectacular obra de um autor de renome que seduz o leitor da primeira à ultima página.

quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Dia Mundial da Alimentação



Reconto da História apresentada pelas Senhoras Enfermeiras
Uma Família Feliz

Era uma vez uma família muito feliz com dois filhos, um chamava-se João e o outro era a Beatriz.
A Beatriz fazia uma boa alimentação e o sonho dela era ser bailarina.
O João, esse não fazia uma boa alimentação só comia batatas fritas, chocolates e rebuçados. Esse menino não tomava o pequeno-almoço antes de ir para a escola.
Um dia, ele foi jogar futebol e como não tinha tomado o pequeno-almoço desmaiou.
A Beatriz quando chegou a casa viu a mãe muito triste e então perguntou – lhe o que se passava e a mãe disse-lhe que o seu irmão desmaiou. A Beatriz disse à mãe para não se preocupar que ela ia falar com o João.
A Beatriz falou com o João e ele desde esse dia começou a fazer uma boa alimentação.

quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Desafios



Experimenta

Mudando quatro lápis de cor, podes pôr o peixe a nadar para a direita?

E mudando três lápis de cor?

quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Resíduos em Movimento


A aprendizagem no exterior de como separar o lixo.
No dia seis de Outubro de dois mil e oito, eu e a minha turma fomos visitar a carrinha da REBAT. A carrinha chamava-se Resíduos em movimento.
Na carrinha havia quatro máquinas, uma máquina mostrava-nos como reciclar, outra máquina mostrava-nos em que eco-ponto se metiam as embalagens de leite, de cartão, de vidro e de metal.
Havia também uma máquina que dava para nós escrevermos o nosso nome e ainda havia uma máquina para nós lermos como se deve reciclar.
Eu gostei da visita de estudo à carrinha porque havia muitas coisas bonitas, interessantes e importantes.

Ana Jacinta

Área de Projecto


A nossa área de projecto é sobre a alimentação. Esta actividade foi fazer marcadores de livros com alimentos saudáveis.

Expressão Escrita





Escreve um texto sobre o que terá acontecido ao Afonso João depois de descer no castelo



Quando João Afonso desceu no castelo encontrou umas escadas. Pegou numa lanterna e desceu as escadas que tinha encontrado e viu umas portas e entrou.
Quando entrou, sentiu uma brisa de vento que apagou a lanterna. Então, o Afonso João achou melhor acender a lanterna novamente. Quando acendeu a lanterna nem queria acreditar no que via. Eram as masmorras do castelo. Ele viu dúzias de esqueletos e ficou cheio de medo. Correu e viu dúzias de moedas de ouro. Então, pegou em dois sacos e meteu o dinheiro todo nos sacos.
De seguida, foi para a saída do castelo mas estavam lá os guardas. Afonso João deu um simples assobio e apareceu a sua bicicleta. Então fugiu do castelo a voar em direcção à sua aldeia.




Nuno Miguel Cardoso

sábado, 20 de Setembro de 2008

Outono




quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Um Novo Ano Lectivo












Para todos os meus alunos , mas, em especial para aqueles que não se encontram na minha sala neste Ano Lectivo.

"Aqueles que passam por nós , não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."

( Antoine de Saint- Exupéry)

Com especial carinho para todos os meus alunos

Ana Maria Machado


terça-feira, 17 de Junho de 2008

Eu sou o Paulo Diogo



Eu chamo-me Paulo Diogo, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou pequeno, magrinho e bom. Eu gosto de ser assim.U gosto de brincar. Gosto de correr e saltar. Eu gosto de tudo

Eu sou o Flávio


Eu sou o António


Eu chamo-me João António, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou pequeno, mas gosto de ser assim e uso óculos
Eu gosto de brincar com os meus vizinhos.

Eu sou a Maria João


Eu chamo-me Maria João, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila
Eu sou alta, tenho o cabelo aos caracóis e uso sempre brincos.
Eu gosto de jogar às caçadinhas e gosto de brincar com as minhas amigas e com os meu primos.

Eu sou o Pedro


Eu chamo-me Pedro, tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto, tenho o cabelo castanho, os olhos também são castanhos.
Eu gosto de jogar futebol e de andar de bicicleta.

Eu su o Bruno



Eu chamo-me Bruno, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou grande e tenho o cabelo pequeno e as pernas grandes e a barriga também é grande.
Eu gosto de jogar à bola, ao túnel, às escondidinhas, às caçadinhas, às corridas e ao gira volei. Gosto de andar de bicicleta e gosto de estudar.

Eu sou a Luísa



Eu chamo-me Luísa, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
O meu cabelo é grosso, a minha boca é pequena, os meus olhos são castanhos e sou magra.
Eu gosto de saltar à corda, de brincar com as minhas amigas, também gosto de ter aulas com a minha professora

Eu sou o Alexandre


Eu chamo-me Jorge Alexandre, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou médio, um bocadinho gordinho. Tenho os olhos azuis e o meu cabelo é loiro.
Eu gosto de brincar com o meu primo Rafael e com o Rui. Gosto de andar de bicicleta.Eu gosto muito da minha avó Laurinda

Eu sou a Sara Diana


Eu chamo-me Sara Diana, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alta e tenho o cabelo liso.
Eu gosto de jogar computador e de passear com a minha família.

Eu sou o Tiago Lopes

Eu chamo-me Tiago Lopes, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto, sou magro, tenho os olhos castanhos-escuros e o meu cabelo também é castanho-escuro.
Eu gosto muito de jogar computador e futebol.

Eu sou o Jorge


Eu chamo-me Jorge, tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto e gosto de ser alto porque fico contente.
Eu gosto de comer gelados porque são fresquinhos e gosto de brincar com os meus amigos porque são muito engraçados.

Eu sou a Jacinta


Eu chamo-me Ana Jacinta, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alta, magra, tenho o cabelo preto comprido aos caracóis, tenho os olhos castanhos-escuros.
Eu gosto de ouvir música, gosto de ver televisão, gosto de ler e gosto de jogar computador.

Eu sou a Vânia Filipa


Eu chamo-me Filipa, tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou pequena, gosto de brincar com as minhas colegas. Eu gosto de estar com a minha mãe em casa. Ela faz-me muitas coisas bonitas.

Eu sou a Sara Carolina


Eu chamo-me Sara Carolina, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alta e gordinha. A minha mãe diz que eu sou gordinha e que já tenho uma barriguinha gordinha. Eu gosto de brincar, de ver televisão e de jogar computador.

Eu sou o Dylan


Eu chamo-me Dylan tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto e o meu cabelo é castanho e também é um pouco loiro, os meus olhos são castanhos, a minha pele é clarinha, os meus lábios são vermelhos claros.
Eu gosto muito de jogar à bola.

Eu sou o José Pedro


Eu chamo-me José Pedro, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto e bonito.
Eu gosto de jogar computador e outros jogos.

Eu sou o Tiago Filipe


Eu sou o Zé


Eu chamo-me Zé, tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou um bocadinho gordo, tenho o cabelo castanho e pequeno.
Eu gosto de jogar computador, P.S.P e futebol.

Eu sou o André


Eu chamo-me André, tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto, forte, saudável, tenho os olhos castanhos e o cabelo loiro.
Eu gosto de jogar à bola, e gosto de fazer asneiras com a minha irmã, ajudar a minha irmã a andar.

Eu sou a Maria


Eu chamo-me Maria Piedade, tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alta, tenho os cabelos e os olhos castanhos.
Eu gosto de brincar com as minhas colegas e com o meu irmão.
Eu também gosto de estudar.

Eu sou a Inês


Eu chamo-me Inês, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila
Eu sou alta e mais ou menos gordinha.
Eu gosto de estudar e de brincar com as minhas amigas que são a Filipa, a Maria e a Sara.

Eu sou a Luísa


Eu sou a Catarina



quinta-feira, 12 de Junho de 2008

Eu sou o Nuno


Eu Chamo-me Nuno Cardoso, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto, magro, forte, com cabelos pretos, olhos castanhos e tenho muito pêlo nos braços.
Eu gosto de jogar computador, ver as horas, gosto dos escorpiões e gosto muito de brincar com o meu irmão Sérgio.

A Primavera

Na Primavera o sol começa a brilhar com mais força e as flores a florir.
Os coelhos andam pelos campos a saltar.
As pessoas vestem roupas fresquinhas.
As crianças podem ir para a rua brincar porque o tempo está agradável.
Na Primavera há pouco vento, pouca chuva e muito sol.
Eu adoro a Primavera, ela é maravilhosa.

Mª João

quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Se eu fosse Borboleta



Se eu fosse borboleta era grande e as minhas asas tinham pintas vermelhas, cor-de-rosa, verde, amarelo e cor de laranja.
Se eu fosse borboleta eu vivia num jardim muito bonito e muito grande onde viviam muitos animais que eu conheci. Borboletas, essas eram aos milhares e de vários tamanhos, feitios e cores.
Se eu fosse borboleta gostava de comer insectos pequeninos e saborosos, mas se eles não fossem tenrinhos eu não os comia e ia à procura de outros a meu grado.
Se eu fosse borboleta gostava de ver muitas coisas coloridas e coisas verdes e também gostava de ver as flores amarelinhas.
Se eu fosse borboleta tomava, todas as manhas, banho no orvalho da noite e de seguida tomava o pequeno-almoço para depois ir ter com as minhas amigas borboletas.

Luísa Maia 2º D

segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Dia do Ambiente




O Dia do Ambiente foi festejado no dia cinco de Junho que foi numa Quinta-feira.
Nós fomos festejar o dia do ambiente à Rebat que fica em Codeçoso e vimos lá eco pontos, lixo e o aterro.
Eu acho que todos nós devemos fazer a reciclagem porque assim podemos transformar as coisas velhas e que não usamos em coisas novas. Depois podemos voltar a usá-las e ajudamos a preservar a Natureza e os seus recursos.
Na Rebat fizemos fantoches enquanto outro grupo viam a separar o lixo. O meu fantoche foi feito com um tubo de borracha, tecido preto, jornal, lã colorida, duas teclas de computador e dois fios de telefone e papel.
Também recebemos uma t`shirt e um chapéu. De seguida fomos ver o pavilhão onde se separa o lixo. Entretanto o outro grupo de meninos faziam os fantoches. Nesse pavilhão vimos senhoras a separar o lixo e vimos um íman que atraía os metais como latas e outras coisas de metal.
O lixo orgânico vai para outro sítio como as florestas e bosques com animais selvagens e assim já está reciclado o lixo orgânico.
Eu gostei de ir à Rebat porque aprendi a reciclar o lixo, aprendo que os materiais que já não usamos podem ser utilizados para fazer fantoches e outras coisas.
Afinal existem materiais que não usamos mas que podem ser reutilizados e assim estamos a poupar a natureza.

Nuno Cardoso 2º D

quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Dia da Criança




















Ser Criança é...
  • poder correr, saltar, cantar e brincar sem magoar ninguém;

  • ser amigo dos pais, da família, dos professores, auxiliares e colegas;
  • ser carinhoso, meigo, bom e simpático com todas as pessoas;

  • poder andar de bicicleta nas horas livres;
  • saber partilhar as coisas;

  • receber o carinho dos pais, tios, avós e amigos;

  • respeitar e ser respeitado;

  • deixar que outros meninos brinquem connosco;

  • é ter direito a carinho;

  • é ter direito a uma escola;

  • ter direito a uma familia e um lar;

  • é ter direito à liberdade;
  • é ter direito a ser protegido;

  • ser feliz e fazer as pessoas que nos rodeiam felizes;

  • ter direito a um planeta Saudável.

Alunos do 2º D

terça-feira, 20 de Maio de 2008

Dia Mundial do Livro









I
Um livro é um Amigo
Que nos dá informação
Todos nós devemos respeitar
E pegar com dedicação.

II
Um livro desfolhei
Para o poder ver
Achei muito divertido
Tudo o que lá encontrei.

III
O meu livro de história
É pequeno e espectacular
Todos o podem ver
Na biblioteca escolar.

IV
Hoje fomos à biblioteca
Uma história ouvir ler
Ficamos muito felizes
Por novos termos aprender.

V
O livro é importante
Que devemos estimar
Colocá-lo na prateleira
Para o podermos consultar.

VI
Todas as Quartas feiras
Em grupo lemos uma história
É o Projecto Ler+
Aplicado na nossa escola.

VII
Dia Mundial do Livro
É sempre bem recebido
É um dia especial
E por nunca esquecido.

quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Reconto

A casinha do Zé Valentão


Era uma vez uma senhora chamada Maria Maçã. Essa senhora tinha três filhos. Um chamado João Balão, ele tinha uma barriga muito gorda e comia muitas gomas e bebia muitos sumos.
O António Molengão era muito magrinho, não comia nada e nem força tinha para correr.
O Zé Valentão era saudável e muito forte. Ele levava o seu lanche para a escola era por isso que ele era forte e saudável.
Um dia os três irmãos decidiram fazer uma casa. O primeiro foi o João Balão, um dia ele ia a passear pela floresta e viu uma pedra, olhou para aquela pedra bonita e achou que ficaria bem na sua casa, mas ele não podia com ela porque a sua grande barriga estava sempre a baloiçar. Então ele decidiu fazer a sua casa de madeira e assim foi. Ele fez a casa de madeira.
O seguinte a fazer a casa foi o António Molengão. Ele olhou para aquela pedra e também a achou bonita para fazer a sua casa, mas a pedra era muito pesada. Então ele decidiu fazer a sua casa de madeira, mas nem com a madeira podia. Então olhou à sua volta e viu uns pedacinhos de cartão à sua frente e fez a sua casa em cartão.
Depois foi a vez do Zé Valentão pensar em fazer a sua própria casa. Ele olhou logo para aquela pedra e pensou construir a sua casa com ela. Então foi assim, ele fez a sua casa. A casa foi feita de pedra, ele não teve nenhuma dificuldade em fazer a sua casa de pedra porque era muito forte.
Mais tarde a Bruxa Dente Escuro apareceu e derrubou a casa do João Balão par comer as suas guloseimas. Depois foi a casa do António Molengão a ser derrubada. Os dois irmãos correram para a casa do Zé Valentão e a Bruxa Dente Escuro não os apanhou. O Zé Valentão disse aos seus irmãos que só podiam ficar em sua casa com uma condição. Que a partir desse dia começavam a fazer uma alimentação saudável. O António Molengão já não era Molengão e o João Balão ficou sem barriga. A partir desse dia ficaram todos muito saudáveis.
A Bruxa Dente Escuro nunca mais apareceu porque não conseguiu fazer magia contra os mais fortes.
Os três irmãos foram felizes para sempre

Dylan Vaz 2ºD

quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Visite a Nossa Escola






A minha escola está pintada de amarelo e branco. Eu acho a minha escola muito linda.
A minha escola tem uma biblioteca e na biblioteca há livros, computadores, jogos para o computador e um leitor de D.V.D. Também tem sete salas e nas salas há um quadro, mesas, janelas com cortinas, dois armários e um computador. Nas paredes da nossa sala temos um placar onde expomos os nossos trabalhos.
A nossa escola tem três casas de banho grandes e bonitas, tem uma cantina onde está guardado o leite e é onde os meninos da Unidade de Intervenção Especializada comem. Na sala dos professores há um computador, uma fotocopiadora, armários com livros, um telefone, uma televisão e uma mesa grande com cadeiras.
Eu no recreio costumo jogar à bola porque aqui existem dois campos. Um campo de futebol e o outro de basquetebol. Nos campos há muitas árvores grandes e dão muita sombra em dias de calor.
Eu gosto muito da minha escola porque aprendo coisas novas todos os dias e brinco com os meus colegas.


Tiago Filipe 2ºD







quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Um sonho

Um dia eu sonhei que era um príncipe.
Nessa noite a princesa Margarida estava em perigo. Eu estava a ouvir uns gritos assim:
- Socorro…Socorro…alguém me ajude. Então eu pus a minha protecção e pus a minha espada e desci pelas escadas e vi que a princesa Margarida estava presa com uma corda.
O dragão Robin viu-me e ia deitar fogo contra mim mas eu defendi-me com a minha espada. Depois atirei a minha espada contra a barriga do dragão Robin e ele morreu.
De seguida fui à princesa Margarida e tirei-lhe as cordas.
A princesa Margarida viveu feliz para sempre comigo no meu palácio.

Tiago Lopes 2ºD

O Dia das Brincadeiras

Eu acho que o dia das brincadeiras é um dia muito importante para as crianças de todo o mundo principalmente para as crianças mais pobres porque não têm tempo para fazer as suas brincadeiras pois já trabalham. Eu acho que o dia das brincadeiras se devia festejar mais vezes.
O dia das brincadeiras é um dia muito especial para mim. Também acho que o adulto que inventou esse dia era muito amigo das crianças e amigo das crianças pobres que não têm brinquedos.
Esta actividade realizou-se na escolaE.B.2,3­­­+S de Celorico no dia dois de Abril de dois mil e oito de manhã. Nós fomos a essa actividade com a nossa professora.
Quem organizou o dia das brincadeiras foi um rapaz chamado Flávio, uma rapariga chamada Luísa, a Joana e a Mara. Esses alunos são alunos do nono C.
Nós nesse dia fizemos vários jogos. Fizemos o jogo em cheio, o dos sacos, o das colheres, o das cadeiras, o bowling e o jogo de escolhe o par.
O jogo que eu gostei mais foi o jogo de escolhe o par porque eu nunca tinha jogado aquele tipo de jogo e porque foi muito divertido.
Eu gostei muito do dia das brincadeiras porque foi muito divertido e porque os jogos que joguei foram muito giros.

Ana Jacinta 2ºD

A Visita das Senhoras Enfermeiras


No dia um de Abril as senhoras enfermeiras vieram à nossa sala, à sala do segundo D.
As senhoras enfermeiras que vieram visitar a minha sala chamavam-se Luísa e Eugénia.
A senhora enfermeira Luísa era baixa, magra, tinha o cabelo liso e a cor do cabelo era castanho escuro e era muito simpática. A senhora enfermeira Eugénia era alta, magra, tinha o cabelo aos caracóis e a cor do seu cabelo era ruiva e também era muito simpática.
As senhoras enfermeiras vieram-nos contar a história que se chamava “A Casinha do Zé Valentão”. E também vieram ensinar-nos como fazer uma alimentação saudável. Dissera-nos que para fazer uma alimentação saudável precisamos comer pão, legumes, sopa, iogurtes, peixe, carne, fruta e beber muita água e leite. Ensinaram-nos também que para fazer uma alimentação saudável devemos tentar não comer guloseimas nem beber refrigerantes.
Eu gostei da visita das senhoras enfermeiras porque eram muito simpáticas e ensinaram-nos como fazer uma alimentação saudável.
Depois da visita das senhoras enfermeiras eu vou tentar fazer uma alimentação saudável para crescer forte e robusta.


Maria João Mesquita 2ºD

quinta-feira, 13 de Março de 2008

Composição


Se eu fosse mágico

Se eu fosse mágico fazia aparecer uns sapatos chiques e quando a minha mãe fizesse anos eu fazia aparecer os sapatos e um vestido de oiro.
Fazia aparecer o bolo mais saboroso que pudesse existir e também fazia aparecer um gatinho para a minha mãe se entreter.
Fazia também aparecer um palhaço para a minha mãe se rir um bocadinho e uma empregada para limpar a cozinha para a minha mãe não se cansar.
Se eu fosse mágico quando o meu irmão fizesse anos eu fazia tudo o que estou a fazer para a minha querida mãe e também fazia para a minha irmã.
Ontem, a minha mãe disse ao meu pai para irem dar uma volta. Enquanto se preparavam para sair eu fiz magia para se divertirem no passeio. Depois fiz magia e apareceu um trampolim para o meu pai saltar e para se divertir com o trampolim. O meu pai saltou até ficar cansado e como se divertiu muito, mas mesmo muito, acabou por dizer muitas piadas e nós rimo-nos todos porque o meu pai estava a dizer piadas que eram muito, mas mesmo muito divertidas. Disse piadas até ficar muito cansado. Depois nós todos fomos dormir porque estávamos muito cansados de rir tanto.
E.B.1 da Vila (João António 2º D)

Composição



Um dia tive um sonho
Um dia eu tive um sonho maravilhoso. Sonhei que estava num palácio com os meus pais lá tinha muitos empregados. Eles faziam tudo o que nós mandávamos. Traziam o pequeno-almoço à cama, faziam as camas, faziam o jantar, punham a mesa, serviam-nos e limpavam o palácio. Nós não fazíamos nada. Eram os empregados que faziam todos os trabalhos.
O sonho demorou muitas, mas muitas, horas e depois acordei e pus-me a pensar se era mesmo realidade. Não, não era realidade porque eu nunca vi um palácio na minha terra.


E.B.1 da Vila (Dylan 2º D)

Composição

Se Eu fosse mágico


Se eu fosse mágico fazia todas as pessoas felizes e não queria ter jóias.
Um dia eu fui para Espanha, mas um guarda disse que só tinha dez minutos para visitar o seu país. Na Espanha encontrei um amigo mágico, nós os dois fomos para a floresta e eu disse-lhe que naquela floresta havia muitos animais. A minha mãe estava a estava a chamar por mim, mas eu tinha que andar muito para chegar a casa. Então, o meu amigo mágico ensinou-me uma magia e eu voltei num instante.
Quando cheguei a casa as árvores estavam todas com cores estranhas, um malvado mágico pôs tudo às cores, então estava na hora de ir fazer a minha própria magia. Eu fiz a minha magia, pus tudo muito bonito e limpo e todos ficaram felizes com a minha volta e com a minha magia.

E.B.1 da Vila (André 2º D)

quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Diálogo



O rio e o peixe

Era uma vez um peixe chamado Kiko que vivia num lindo rio, vivia no rio Freixieiro.
Um dia o Kiko decidiu ir à procura de outros amigos.
Kiko:- Boa tarde amigo Freixieiro. Já estou cansado de estar sozinho. Queres vir brincar comigo?
Freixieiro:- Claro que sim. A que vamos brincar?
Kiko:- Que tal aos saltos!? Podemos brincar agora mesmo.
Freixieiro: - Eu já estou cansado de tanto saltar. Queres vir ver o sol a brilhar como as estrelas?
Kiko: - Amigo... tinhas razão o sol está muito bonito!
Freixieiro: - Vamos, mete-te no rio se não tu ainda podes morrer.
E lá foram os dois amigos a brincar.
Kiko:- Ó rio, estás a ficar gelado.
Freixieiro:- Sabes porquê?
Kiko:- Não sei!
Freixieiro:- É o sol que se está a ir embora.
Kiko: - Mas eu gosto tanto do sol.
Freixieiro:- Não te preocupes, amanhã o sol virá outra vez. É sempre assim o tempo todo.
Kiko: - Ó... deixa lá, vamos mas é brincar mais um bocadinho se não o meu pai chama-me.
Freixieiro.- Anda ver a lua logo à noite comigo.
Nessa noite o Kiko chegou junto do rio e ficou maravilhado com o que viu.
Kiko:- A lua está mesmo bonita!
Passadas algumas horas a observar a lua o rio despediu-se do seu amigo peixe.
Freixieiro:- Tchau amigo, gostei muito de estar contigo. Este dia foi tão lindo! ...
Kiko:- Eu também gostei de estar contigo neste dia tão especial.
Bruno (2ºD Vila)

O meu animal preferido




O meu animal preferido é grande, preto bonito e muito manso. Ele vive numa linda corte. Come erva, mato, couves, tonas de batatas, folhas verdes e bebe água.
O meu animal preferido puxa uma carroça de madeira. Na carroça leva várias coisas e também me pode levar a mim. Eu passeio com ele pelos campos.
O animal de que falo chama-se cavalo.
Eu gosto muito do cavalo porque é bonito, lindo e faz companhia. Também posso andar em cima da carroça porque ele puxa-me.

Celorico Minha Terra

Celorico de Basto minha Terra



A minha Terra é Celorico de Basto.
Em Celorico de Basto há muitas árvores. Umas são grandes, outras pequenas e outras árvores há que ficaram com as folhas vermelhas, amarelas e castanhas. Os pássaros vão fazer lá os seus ninhos quentinhos. Os troncos das árvores são pequenos mas os pássaros conseguem fazer lá os seus ninhos.
As casas que aqui existem são variadas assim como as suas cores. Há casas cor-de-rosas, amarelas e brancas. Os prédios que aqui existem são altos e muito bonitos.
Também há lojas dos chineses. As suas lojas são bonitas., os chineses vendem brinquedos. As sapatarias vendem sapatos, sapatilhas e botas.
Eu de Celorico vejo várias montanhas. Vejo o Marão, o Viso e a Senhora da Graça. Nessas montanhas eu vejo ventoinhas umas movem-se com muita força e outras movem-se devagarinho.
A escola do primeiro ciclo é a minha escola. Lá existe um campo de futebol, um outro campo de basquete e espaço para brincar. Há também a escola Secundária que é bonita e tem tudo que a minha escola tem só é maior um bocadinho.
As ruas de Celorico são largas, algumas estreitas e lá passam muitos carros de muitas cores coloridas.
Os campos são grandes e a sua cor é verde clarinho e um bocado amarelos. Os campos servem para plantar o milho, as batatas e as hortaliças.
Nós em Celorico de Basto temos o rio Tâmega e o rio Freixieiro . Estes rios dão para nós nos banharmos no Verão. Também temos a zona Ribeirinha que tem patos, um campo de futsal, um jardim com bancos e baloiços. Os patos mergulham e banham-se pelo lago todo de um lado para o outro. Também há um parque para as crianças brincarem sem se magoarem.
Eu gosto muito de viver em Celorico. Eu gosto muito de dizer: -“Celorico É A Minha Terra”
André

sábado, 1 de Dezembro de 2007

Natal



Nós, os alunos do 2º D gostamos muito do Natal. Este ano resolvemos fazer uma árvore de Natal reciclável. Aproveitamos os ramos de uma árvore já morta para construir a nossa árvore de Natal. Não foi necessário cortar uma árvore e nem por isso deixamos de fazer uma árvore para festejarmos o natal na nossa sala.
No ano passado também fizemos uma árvore. Nesse ano utilizamos as ramas das videiras. A nossa árvore também ficou muito bonita.
Esperamos que gostem da nossa árvore e que utilizem outras materiais para construírem as vossas árvores de Natal. Protejam a Natureza.


sexta-feira, 30 de Novembro de 2007



Reconto
Era tão vagaroso





Era uma vez um caracol muito vagaroso, demorava muito tempo a subir uma escada e um tronco. A sua carapaça era muito larga e conseguiam entrar lá três caracóis como ele.
Um dia o caracol encontrou três folhas de alface. As folhas de alface eram vermelhas, azuis, violeta e amarelo-torrado.
Depois de comer as folhas o caracol adormeceu e quando acordou foi à procura de comida.


André

Painel do Outono da sala de aula











Neste painel há folhas colorida e no céu azul as andorinhas estão a voar para países mais quentes.Neste painel os coelhos saltam na erva verde. É no Outono que os meninos vão para a escola. Uma menina está a brincar com as folhas, os caracóis estão a ir para a sua carapaça e as joaninhas estão em cima das folhas amarelecidas pelo frio.Este painel foi feito pelos meninos todos e a professora pôs as nuvens e as andorinhas.Eu gosto muito deste painel porque é muito interessante, muito bonito e maravilhoso.


André Alexandre

segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Sou uma Castanha


Crio um Texto

Imagino que sou uma castanha. Como me sinto quando estou a ser assada.


Eu sou uma castanha muito grande e a minha cor imaginem é castanha.
Eu nasci no Souto num castanheiro muito velho com ramos muito verdes e dentro de um ouriço.
Eu por dentro sou amarela, sou doce e muito dura.
Eu quando estou a ser assada sinto-me quente, triste e sinto a falta dos meus pais , mas estou acompanhada pelas minhas amigas e companheiras de viagem.
Eu sou um acastanha que gostava de ser comida porque eu nasci para ser comida.



André Alexandre