quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Visita aos Moinhos na Zona Verde

No dia dezoito de Fevereiro de dois mil e nove eu, a minha turma e os alunos do terceiro E fomos visitar os moinhos que estão situados na zona Verde de Celorico.
Os primeiros moinhos a serem visitados foram os do senhor Bernardo Moleiro.
Os moinhos eram quatro e estavam quase todos em funcionamento. Eles funcionavam com a força da água. A água batia com muita força no rodízio e este movia duas pedras que formavam o moinho. Quando as pedras se moviam entrava o milho numa abertura e as duas pedras esmagavam o grão e transformavam-no em farinha. Lá também havia outro moinho, mas esse era diferente dos outros. Era diferente porque trabalhava à electricidade.
Depois também fomos ver os moinhos do senhor Damas e também vimos a habitação dos moleiros.
A seguir fomos pela margem do rio Freixieiro, passamos por cima de uma ponte em metal, e fomos dar ao parque de campismo.
Por fim fomos ver os cisnes e os patos que existem no parque.
Eu adorei a visita aos moinhos e à zona Verde porque aprendi muitas coisas novas que ainda não sabia nem tinha visto.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Os Eco- Códigos




No dia doze de Fevereiro de dois mil e nove, às 9h e 30, os alunos da escola da Vila foram assistir a um colóquio sobre os Eco-Códigos.
Nesse colóquio falou-se sobre a forma de poupar dinheiro e de proteger o ambiente.
A dona Márcia esteve a explicar-nos várias formas de poupar dinheiro, a primeira era comprar produtos avulso, a segunda era comprar em embalagens familiares e a terceira era comprar produtos reutilizáveis.
Ao termos em atenção estes três eco-códigos quando vamos às compras estamos a poupar dinheiro e também estamos a proteger o ambiente.
A doma Márcia relembrou-nos a importância dos 3R´S. O primeiro R significa reduzir, o segundo reutilizar e o terceiro é reciclar.
No final do colóquio aprendemos um frase muito importante e que nunca devemos esquecer. “Um por todos e todos pelo Ambiente” .
Nós gostamos muito da visita da dona Márcia e da dona Vânia, porque elas deram-nos conselhos, ideias e formas de poupar dinheiro e assim também estamos a proteger o Ambiente.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Este prémio foi-nos atribuído




Este prémio foi-nos atribuído pelo blogue Traquinices a quem desejo as maiores felicidades.

Recebemos um prémio



Oferta do blog As Letrinhas do Gil

ESTE SELINHO É PARA QUEM TEM UM BLOG QUE AJUDA DE ALGUMA FORMA AS OUTRAS PESSOAS, POR ISSO CAÍRAM DO CÉU! SÃO VERDADEIROS ANJOS DA GUARDA.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

PROSEPE

Marcadores de Livros

Estes são os marcadores de livros que fizemos na sala de aula.Foi uma actividade relacionada com o PROSEPE



Eis algumas das frases inventadas pelos alunos:


Se um bom ambiente queres ter, a floresta deves defender.(Sara Carolina)


Com o PROSEPE a proteger, todos os seres vivos podem viver. (Sara Carolina)

Com os animais queres viver, então tens que os proteger.(Dylan)

Com a ajuda do PROSEPE toda a natureza agradece. ( Maria João)

Se uma floresta florida queres ver, só tens que a defender.(Inês)

Uma abelha na floresta faz uma grande festa. ( Bruno)

Não deixes a flor morrer, porque ela quer viver.( Vânia)

Se a floresta queres ajudar, só terás que a acarinhar. (Nuno)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Ler +

Depois de lida a história de hoje com o título “Que Medo” fomos fazer a nossa actividade de Expressão Escrita.
Tendo em conta o título da nossa história de hoje o nosso trabalho de Expressão Escrita foi contar o seu maior medo.


Um dia eu tive medo de algo que nem eu mesmo sabia.
Eu estava no meu quarto e ouvi um barulho e que algo mexia no meu quarto.
Pus-me debaixo dos cobertores, mas não conseguia adormecer.
Estão, arranjei coragem e fui ver o que era e disse: - quem está aí?
Mas ninguém respondeu e, eu, cada vez ficava mais assustada.
Nessa noite estava muito vento e as coisas estavam a piorar.
Acendi a luz e vi que eram as folhas do meu caderno.
Então fiquei mais sossegada porque afinal não era um ladrão, era simplesmente o meu caderno que mexia com a força do vento.

Vânia Filipa

Tâmega Digital

Relatório

Tâmega Digital


No dia vinte e dois de Janeiro uma senhora foi à minha sala de aula e pediu nove alunos.
E foram nove alunos com a senhora. Junto ao recreio estava uma carrinha que dizia Tâmega Digital.
Nós e a senhora entramos lá e tinha cadeiras e computadores portáteis. Aquela senhora disse para nós irmos à internet e nós fomos para o site Júnior Jogos. Fomos para os jogos do aparelho circulatório e do aparelho respiratório.
Passados uns minutos a senhora disse para olhar para ela porque nos ía tirar uma fotografia.
No fim de todas estas actividades fomos embora para a sala de aula e foi outro grupo de nove alunos fazer as actividades para a carrinha, até que foram os alunos todos da nossa turma.
Foi muito divertida esta actividade. Eu gostei muito da actividade e de tudo o que lá fizemos.

Sara Diana

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Área Projecto

Origem da Vila de Celorico de Basto

Celorico de Basto é uma terra antiga que já existia antes dos Romanos.
Até 1719, a sede do concelho situava-se nas redondezas do castelo de Arnoia, onde ainda se pode encontrar vestígios desse tempo:
O castelo, a cadeia, a casa da Botica, os paços de audiência…
Depois de 1719, a sede passou para o lugar de Freixieiro que é a actual vila de Celorico.
Ao certo não se sabe quando o castelo foi construído, pensando-se que possa ter origem entre os séculos IX (finais) e XI (inicio).
O primeiro senhor do castelo foi D. Gundar, cujos filhos adoptaram o nome de Motas, por possuírem uma quinta na freguesia de Fervença.
Actualmente o castelo encontra-se recuperado pelo IPAR ( Instituto Património Arquitectónico).
Para além do castelo Arnoia possui outras marcas da história:
Mosteiro de S. Bento que data do século XI e foi durante muito tempo um convento, onde funcionou uma ordem religiosa. Mais recentemente, foi um a hospital, funcionando hoje como um lar da terceira idade.
A forca situada perto do castelo, serviria para executar os condenados, mas há quem diga que nunca foi usada.
Pelourinho símbolo da autonomia municipal e da liberdade de legislar e aplicar leis.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Símbolos de Celorico de Basto



Brasão e Bandeira
Brasão, Selo e Bandeira de Celorico de BastoA ordenação heráldica do brasão, selo e bandeira do concelho de Celorico de Basto, foi publicada por portaria no Diário do Governo, II Série, número 44, de 24 de Fevereiro de 1948, com despacho do então Ministro do Interior, Dr. Augusto Cancela de Abreu, a solicitação da Câmara Municipal e considerado o parecer da Comissão de Heráldica e Geneologia da Associação dos Arqueólogos Portugueses.













Armas - Escudo de prata com um castelo de negro, entre dois cachos de uvas de púrpura, folhados de verde, contra-chefe ondado de azul e prata de três peças. Coroa mural de prata de quatro torres e por baixo listel branco com os dizeres "CELORICO DE BASTO" em caracteres negros.
Selo - É redondo, com peças de escudo soltas e sem indicação de esmaltes, entre círculos concêntricos, a legenda "Câmara Municipal de Celorico de Basto".
Bandeira - Esquartelada de branco e negro, tendo ao centro o escudo das armas. Haste e lança são douradas, com borlas e cordões de prata e negro.




Hino
Ó Celorico minha terra és por direito
Uma medalha, um filigrana, um coração
Que Portugal traz a bater dentro do peito
E nós amamos com amor e adoração
O teu castelo sobranceiro e sonhador
Armas valentes nas ameias destroçadas
Trovas antigas dum romance embalador
Homens valentes e de mouras encantadas
Refrão
Celorico, Celorico, uma choupana e um solar
Celorico, Celorico, Tâmega ao fundo a soluçar
Celorico, Celorico, gente cantando a trabalhar
Celorico, Celorico, terra linda de encantar
Brancas ermidas nos montes alpendoradas
Contos e fadas de um cenário multicor
Verdes colinas, pinheirais, veigas douradas
Em toda a parte um sorriso acolhedor
Ó terra amiga, nobre, franca, hospitaleira
Vila risonha deste Minho encantador
Eu quero amar-te, amar-te, amar-te a vida inteira
Por fim morrer amortalhado nesse amor
Refrão
Celorico, Celorico, uma choupana e um solar
Celorico, Celorico, Tâmega ao fundo a soluçar
Celorico, Celorico, gente cantando a trabalhar
Celorico, Celorico, terra linda de encantar

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Marcadores de livros ( PROSEP)

Estivemos a fazer os marcadores de livros no ambito do PROSEP


Se um bom ambiente queres ter, a floresta deves defender.(Sara Carolina)


Com o PROSEP a proteger, todos os seres vivos podem viver. (Sara Carolina)

Com os animais queres viver, então tens que os proteger.(Dylan)

Com a ajuda do PROSEP toda a natureza agradece. ( Maria João)

Se uma floresta florida queres ver, só tens que a defender.(Inês)

Uma abelha na floresta faz uma grande festa. ( Bruno)

Não deixes a flor morrer, porque ela quer viver.( Vânia)

Se a floresta queres ajudar, só terás que a acarinhar. (Nuno)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Plano Nacional de Leitura



Dramatização das Fábulasa:
Raposa e as Uvas
Raposa e a Cegonha

Plano Nacional de Leitura

História de hoje

Quebra-Nozes

Continua a história
- Pode! - respondeu a avó, que logo se pôs a pensar como seria um quebra-nozes da imaginação.
Depois de ter falado com o seu neto a avó do Pedro foi para a cama , deitou-se mas não conseguia dormir por causa da conversa que tivera com o seu neto Pedro. O seu neto tinha-lhe pedido um quebra-nozes da imaginação.
Ela ficou a pensar…a pensar… a pensar…até que descobriu o que era.
O quebra-nozes da imaginação era nada mais, nada menos do que um instrumento que fazia com que as pessoas pensassem que os outros eram nozes.
Mas a avó tinha medo que o Pedro pensasse que ela era uma noz e a comesse.
Então a avó pensou que talvez não fosse boa ideia dar ao Pedro um quebra-nozes da imaginação.

Sara Carolina

Plano Nacional de Leitura

História de hoje

A galinha vadia

Continua a história
Atrás dela, gordos e amedrontados, vinham dezassete pintos!
A Joana ficou muito feliz por a Clara Sofia ter criado dezassete pintos. Então, a Joana, decidiu fazer uma surpresa para a Clara Sofia e para os pintos.
Passaram alguns dias até que chegou o dia da surpresa.
A Joana foi ter com a galinha e disse-lhe para ela e os seus filhotes irem atrás de si. Então lá foram eles todos ansiosos.
A Joana deu então a surpresa à galinha e aos pintos, era um galinheiro novo, todo colorido e janota. A galinha e os pintos foram logo lá para dentro. Lá dentro tinha dezoito mantas, a maior era para a galinha e as mantas mais pequenas eram para os pintos.
Estavam todos lá em casa até que tiveram uma visita, era o galo, o namorado da galinha e pai dos pintos.
A Joana perguntou à Clara Sofia quem era aquele galo. A Clara Sofia disse-lhe que era o seu namorado e pai dos seus filhos. A Joana ficou muito contente por ter mais uma ave e também ficou contente por aquela família estar agora completa.
Ana Luísa

Visita Inesperada

Foi numa manhã de Janeiro quando recebemos uma visita. Foi uma visita inesperada mas que a todos agradou.
Passados poucos minutos Celorico de Basto ficou toda vestida de branco duma candura invejável.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Um prémio recebido

Recebemos o prémio Pedagogia do Afecto oferecido pelo blog Traquinices. À Professora Maria José e seus alunos o nosso muito obrigado. Ficámos muito contentes com este prémio.
Um grande beijinho à professora (Zezinha) que foi minha professora e da qual tenho as mais ternas recordações.
Anamachado

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Natal

Os preparativos e a festa de Natal

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Dia Mundial da Alimentação














O Dia da Alimentação foi muito interessante. Vieram as Senhoras enfermeiras à nossa escola e trouxeram um filme sobre a alimentação para nós vermos. De seguida, fomos ajudar a fazer a salada de fruta. Por último e mais interessante foi comer essa deliciosa salada.
E assim se festejou o Dia Mundial da Alimentação na nossa escola.

Dia Mundial das Bibliotecas




Dia Mundial da Floresta Autóctone

Nós, no dia vinte do mês de Novembro fomos fazer uma caminhada. Essa caminhada aconteceu numa Sexta-feira no período da manhã.
Arrancámos daqui, da escola da Vila, às nove e meia . Começámos a nossa caminhada na Via Rápida e fomos até à Cruz de Baixo.
Lá, vimos uma árvore chamada carvalho e tinha mais de cem anos, era do século passado.
Nós encontrámos cogumelos, musgo, bugalhos e bolotas.
Eu achei a carvalha muito bonita porque tinha bugalhos e tinha musgo.
Também gostei muito da caminhada porque teve uma pessoa muito importante, era o professor Peixoto.

Tiago Filipe

Ler+

Como Nasceram as Zebras

Era uma vez uma cidade comprida.
Na cidade havia muitos atropelamentos, porque havia muito trânsito.
Um dia, o Anastácio Inventor teve uma ideia, ele foi buscar a sua zebra para passar a rua. Enquanto os cavalos cumprimentavam a sua prima zebra, Anastácio atravessava a rua.
Quando a zebras acabou de cumprimentar os cavalos, ela foi-se embora com o seu dono.
De repente a zebra viu muitas flores num jardim e também tinha ervas muito verdes. Ela ficou muito admirada e foi logo a correr para a beira das ervas e das flores e começou a comer tudo o que havia lá no jardim.
De repente apareceu o presidente e ficou muito zangado. O presidente perguntou ao dono da zebra porque é que ele trazia a zebras consigo. Ele disse que era para atravessar a rua. O presidente disse que podia ficar com a zebra, mas que a deixasse em casa.
O Anastácio levou a Zebra para casa e atou-a com uma corda num tronco grosso, onde havia erva verde.
O presidente então resolveu fazer uma passadeira com tinta branca e preta, onde a gentes daquela cidade poderia atravessar sem atropelamentos.
O Anastácio pensou que se fosse mais cedo para casa, podia dar um passeio com a sua zebra pelo monte que havia. Também pensou que ele mesmo tinha resolvido o problema daquela cidade, já todas as pessoas poderiam atravessar a rua sem serem atropelados.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O Magusto


O magusto realizou-se no dia onze de Novembro no ano de dois mil e oito.
O magusto foi na linda escola onde eu ando.
Nós de tarde, antes das castanhas chegarem, fizemos um jogo que se chama o gato e o rato. Enquanto nós jogávamos ao gato e ao rato, as senhoras auxiliares faziam uma fogueira para nós saltarmos.
Mais tarde fomos comer as castanhas assadas e quentinhas.
Foi lindo, fantástico e divertido o magusto da minha escola.
Eu gostei muito porque comemos castanhas quentinhas e saborosas.

João António

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Expressão Dramática

Estes fantoches foram elaborados por nós.
Cada um fez o seu fantoche e também, cada um de nós, representará com ele nas aulas de Projecto Ler+ todas as Quintas -feiras de manhã.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Projecto Ler+



Continua a História

Quando o Amolador estava na selva viu um menino que era índio e o menino disse –lhe: - Queres vir conhecer a selva?

O Amolador disse: –quero, mas primeiro quero saber o teu nome. O meu nome é Poca: –disse o índio. Vamos dar um passeio?.
O menino chamou um cavalo e disse para levar o Amolador a conhecer a selva .mas tinham que ir primeiro à árvore do conhecimento .

Quando chegaram à árvore fizeram uma magia para a árvore acordar. Quando a árvore acordo perguntou ao Índio quem era aquele homem.

O menino disse que era um Amolador e então a árvore fez mais e mais perguntas . Passado um dia o Amolador teve de seguir viagem e despediu-se de todos os seus amigos e daquela árvore mágica de quem tanto gostou . O menino acordou do sonho e ansioso esperou outro ano para ver outra vez o Amolador e para lhe contar a aventura que tiveram juntos numa selva encantada.
Pedro Oliveira

A Velha e o Garrafão




Era uma vez uma velhinha que era muito egoísta e não dava nada a ninguém. Não lavava muito bem a roupa para não gastar muito sabão.
As janelas estavam sempre fechadas para não estragar a pintura das paredes.
Para não gastar o seu dinheiro, a Velha, colocava-o dentro dum garrafão. Quando queria tirar o dinheiro tinha que partir o garrafão, então a velha pensava que se partisse o garrafão a despesa era muito maior, era uma fortuna.
Um dia a velha apanhou um susto muito grande, viu um bicho escuro de orelhas compridas e de rabo também muito comprido, era um rato. Então pensou comprar um gato, mas depressa desistiu da ideia porque o gato daria muita despesa, principalmente no leite que iria tomar, era uma autêntica fortuna.
Os dias foram passando e os ratos foram acumulando eram cada vez mais e mais.
Certo dia, a Velha ,começou a gritar porque tinha sido roubada, mas na verdade os ratos é que deitaram o garrafão ao chão e transformaram as notas em pedacinhos de papel.
A Velha ficou muito triste e sem as notas de que tanto gostava.
Pedro Mota

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O Autor




António Mota é professor do 1º ciclo desde os 18 anos idade. A sua carreira literária começou aos 19 anos de idade. O seu primeiro livro publicado em 1979 intitula-se A Aldeia das Flores e desde então não mais parou. Nas suas obras há um forte desejo de entreter o leitor, de fomentar a imaginação e de enfatizar o prazer da leitura. Passados 27 anos a contar histórias, continua a descrever esta sua actividade como uma paixão. São diversos os prémios que enobrecem o trabalho deste autor dos quais se destacam o prémio da Associação Portuguesa de Escritores em 1983, com a obra O rapaz de Louredo, em 1990 o prémio Gulbenkian de literatura para crianças pelo romance Pedro Alecrim e o Prémio António Botto em 1996 com A Casa das Bengalas.
José Saraiva é autor de diversas ilustrações das quais se destacam as presentes na obra Um dragão na banheira, merecedoras de menção especial pelo júri do Prémio Nacional de Ilustrações 2004.

domingo, 2 de novembro de 2008

Plano Nacional de Leitura - A obra




Abada de histórias é um livro magnífico que compila diversas breves histórias para crianças de António Mota, referenciado no Plano Nacional de Leitura para o 1º ciclo. As narrativas referem-se a diversas temáticas e tratam aspectos do quotidiano, bem como aspectos já esquecidos no tempo como «O Amolador» e «O exame do Zé Pinto». Excelente obra para ser trabalhada em contexto de sala de aula, com uma panóplia de motes susceptíveis de enriquecer o programa curricular, bem como permitindo trabalhar e estimular o universo fantasioso tão presente nos alunos de hoje.
Esta obra magnífica estimula os leitores a deixarem a sua imaginação voar ao longo de histórias de leitura acessível, passíveis de serem enriquecidas pela fantasia e individualidade de quem as lê.
Um aspecto relevante nesta obra são as belas e fidedignas ilustrações, impregnadas de simbolismo e de cores fortemente apelativas.
Uma espectacular obra de um autor de renome que seduz o leitor da primeira à ultima página.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Dia Mundial da Alimentação



Reconto da História apresentada pelas Senhoras Enfermeiras
Uma Família Feliz

Era uma vez uma família muito feliz com dois filhos, um chamava-se João e o outro era a Beatriz.
A Beatriz fazia uma boa alimentação e o sonho dela era ser bailarina.
O João, esse não fazia uma boa alimentação só comia batatas fritas, chocolates e rebuçados. Esse menino não tomava o pequeno-almoço antes de ir para a escola.
Um dia, ele foi jogar futebol e como não tinha tomado o pequeno-almoço desmaiou.
A Beatriz quando chegou a casa viu a mãe muito triste e então perguntou – lhe o que se passava e a mãe disse-lhe que o seu irmão desmaiou. A Beatriz disse à mãe para não se preocupar que ela ia falar com o João.
A Beatriz falou com o João e ele desde esse dia começou a fazer uma boa alimentação.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Desafios



Experimenta

Mudando quatro lápis de cor, podes pôr o peixe a nadar para a direita?

E mudando três lápis de cor?

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Resíduos em Movimento


A aprendizagem no exterior de como separar o lixo.
No dia seis de Outubro de dois mil e oito, eu e a minha turma fomos visitar a carrinha da REBAT. A carrinha chamava-se Resíduos em movimento.
Na carrinha havia quatro máquinas, uma máquina mostrava-nos como reciclar, outra máquina mostrava-nos em que eco-ponto se metiam as embalagens de leite, de cartão, de vidro e de metal.
Havia também uma máquina que dava para nós escrevermos o nosso nome e ainda havia uma máquina para nós lermos como se deve reciclar.
Eu gostei da visita de estudo à carrinha porque havia muitas coisas bonitas, interessantes e importantes.

Ana Jacinta

Área de Projecto


A nossa área de projecto é sobre a alimentação. Esta actividade foi fazer marcadores de livros com alimentos saudáveis.

Expressão Escrita





Escreve um texto sobre o que terá acontecido ao Afonso João depois de descer no castelo



Quando João Afonso desceu no castelo encontrou umas escadas. Pegou numa lanterna e desceu as escadas que tinha encontrado e viu umas portas e entrou.
Quando entrou, sentiu uma brisa de vento que apagou a lanterna. Então, o Afonso João achou melhor acender a lanterna novamente. Quando acendeu a lanterna nem queria acreditar no que via. Eram as masmorras do castelo. Ele viu dúzias de esqueletos e ficou cheio de medo. Correu e viu dúzias de moedas de ouro. Então, pegou em dois sacos e meteu o dinheiro todo nos sacos.
De seguida, foi para a saída do castelo mas estavam lá os guardas. Afonso João deu um simples assobio e apareceu a sua bicicleta. Então fugiu do castelo a voar em direcção à sua aldeia.




Nuno Miguel Cardoso

sábado, 20 de setembro de 2008

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Um Novo Ano Lectivo












Para todos os meus alunos , mas, em especial para aqueles que não se encontram na minha sala neste Ano Lectivo.

"Aqueles que passam por nós , não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."

( Antoine de Saint- Exupéry)

Com especial carinho para todos os meus alunos

Ana Maria Machado


terça-feira, 17 de junho de 2008

Eu sou o Paulo Diogo



Eu chamo-me Paulo Diogo, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou pequeno, magrinho e bom. Eu gosto de ser assim.U gosto de brincar. Gosto de correr e saltar. Eu gosto de tudo

Eu sou o Flávio


Eu sou o António


Eu chamo-me João António, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou pequeno, mas gosto de ser assim e uso óculos
Eu gosto de brincar com os meus vizinhos.

Eu sou a Maria João


Eu chamo-me Maria João, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila
Eu sou alta, tenho o cabelo aos caracóis e uso sempre brincos.
Eu gosto de jogar às caçadinhas e gosto de brincar com as minhas amigas e com os meu primos.

Eu sou o Pedro


Eu chamo-me Pedro, tenho sete anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou alto, tenho o cabelo castanho, os olhos também são castanhos.
Eu gosto de jogar futebol e de andar de bicicleta.

Eu su o Bruno



Eu chamo-me Bruno, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou grande e tenho o cabelo pequeno e as pernas grandes e a barriga também é grande.
Eu gosto de jogar à bola, ao túnel, às escondidinhas, às caçadinhas, às corridas e ao gira volei. Gosto de andar de bicicleta e gosto de estudar.

Eu sou a Luísa



Eu chamo-me Luísa, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
O meu cabelo é grosso, a minha boca é pequena, os meus olhos são castanhos e sou magra.
Eu gosto de saltar à corda, de brincar com as minhas amigas, também gosto de ter aulas com a minha professora

Eu sou o Alexandre


Eu chamo-me Jorge Alexandre, tenho oito anos e frequento o segundo ano da turma D da escola da Vila.
Eu sou médio, um bocadinho gordinho. Tenho os olhos azuis e o meu cabelo é loiro.
Eu gosto de brincar com o meu primo Rafael e com o Rui. Gosto de andar de bicicleta.Eu gosto muito da minha avó Laurinda